quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Fiquei de exame!

Não, já terminei a faculdade. Mas se a vida é uma escola, tudo o que ela tentou me ensinar esse ano eu realmente não aprendi. Fui muito, muito mal. Ainda bem que há chances. Falta um pouco mais de um mês para acabar o ano e só agora acordei. Hora de repassar as matérias, me concentrar e correr atrás do tempo perdido. Deus me livre de pegar uma dp e ter q passar por tuuuudo de novo em 2014.


Random feelings

Tem dias que parecem infinitos... tenho passado por dias assim. Acordo querendo ficar nos sonhos, lembro todos os porquês, de todas as angústias e me arrasto para as obrigações. O tempo fica lento... pura pirraça. Uma música ali, um chat aqui e a gente vai se animando um pouco. Quando a gente percebe, já está fazendo planos com os olhos brilhando. Que bom que é assim. Que bom que existem músicas, pessoas, imagens, sabores e vontades infinitas para nos impulsionar...


Plano nº 203.389

Tá que recomeçar a meditar, fazer exercícios físicos e retomar as leituras paradas eram prioridade até ontem. Mas hoje uma pessoa - dessas que a gente não cansa de admirar - me perguntou: "E o mestrado?"  É mesmo... e o mestrado que sempre sonhei? Nunca mais pensei nele... Tanta coisa boa pra se pensar, degraus pra subir e eu aqui parada... tsc, tsc.


Som do dia para harmonizar com o gris do céu



terça-feira, 19 de novembro de 2013

"And so dear friends, you just have to carry on. The dream is over."



Vivemos na cultura da felicidade. "seguir nossos sonhos, ouvir o coração, não desistir do que se quer..." Ideias românticas, seduzem e iludem. Não estou sendo pessimista, apenas pensando nas implicações de se levar tão a sério uma busca que, para mim, foi infrutífera e dolorosa. Aliás, o problema não está na busca, mas sim no que se deseja.
Nos últimos anos, redirecionei minha vida e ganhei experiências, mas sinto que não faz mais sentido. O que busquei não encontrei. O que quis, não consegui. E a impressão é que tanto esforço foi em vão... Todas as melhores intenções... O resultado foi catastrófico. Ao menos antes, havia uma estrutura. Agora, apenas destroços.



terça-feira, 12 de novembro de 2013

Fotografia: Diana F+ e filme preto e branco

Há uns anos atrás, visitei uma exposição da fotógrafa Marie Hippenmeyer. As fotos eram em preto e branco, algumas paisagens, outras um tanto indefinidas, borradas... Juro que não entendi o porque de estarem expostas. Como estava num curso de formação, poderia conversar com a fotógrafa ao final da visita. E foi nesse momento que minha percepção sobre fotografia mudou...  Ela perguntou o que sentíamos enquanto estava vendo as fotos e eu fui sincera dizendo q estranhei porque estava acostumada com outros tipos de fotos. Aquelas me levavam a sentir como se estivesse sonhando. Ela sorriu e eu entendi. Era isso. Uma atmosfera onírica captada não pelas melhores câmeras ou celulares, mas por uma simples câmera de plástico. O sentido da exposição: sentir. Se deixar transportar.



Foi aí que verdadeiramente começou meu interesse pela fotografia. Percurso prazeroso, quase de redescoberta do mundo à volta. 
Mas pra conservar muito desse prazer pela fotografia, procurei fugir um pouco dos cliques desenfreados e do desespero pela perfeição técnica, voltando para a fotografia com filme. Muita expectativa e muita decepção, mas também um prazer quase infantil em ser surpreendida pela fotografia. 

Como a experiência de hoje, em que revelei um filme preto e branco, tirado pela Diana F+ uma câmera de plástico. O laboratório não quis nem escanear... disse que tinha saído tudo encavalada, não compensava. A atendente também não entendeu o meu interesse por esse formato, de furinhos... Como explicar o que vc quer, qdo são apenas sensações, imagens da memória misturada com uma imaginação sombria? Não insisti, mas vim embora e pesquisei como escanear em casa mesmo, fiz e aí estão. Prazer incompreendido. Mas imenso.


Duas paisagens que formaram uma só







Cor:





*.*


quarta-feira, 17 de julho de 2013

Viagens rápidas, rápidos efeitos


"A verdadeira arte de viajar...

A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa,

Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo.

Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!"

Mario Quintanta


Às vezes, é PRECISO se afastar, estar num lugar diferente, nos relacionar com pessoas desconhecidas, resolver problemas básicos... ficamos diante do essencial do nosso ser, o que somos de verdade, sem máscaras. E de repente, nos redescobrimos, fortes, inspirados e capazes. 

Enfim... eu só fui até ali e voltei... Pouco tempo, pouca distância. Mas as pessoas que eu conheci, as trocas, a diversão, o mar, o novo... revigoram! 













domingo, 30 de junho de 2013

...

Eu e meus balanços periódicos... Durante um bom tempo, tive o privilégio de conviver com pessoas lindas por dentro. Sofria por muitos motivos, mas era reconfortante estar cercada de pessoas sensíveis e acolhedoras.

O contrário aconteceu nesse semestre... Um choque. Térmico, drástico. Com ventos fortes, trazendo e levando gente fria e egoísta. Me contaminei, congelei. Só comprei as piores ideias, fiz as piores escolhas e tanto erro consecutivo me levaram a um abismo interno, um cair vertiginoso. No espelho, as olheiras, rugas e melancolia escancarada. Nem lágrimas, nem ternura. Experimentei veneninhos diários que lentamente mataram quase todas as certezas e sonhos que demorei tempos pra juntar. A culpa é minha, eu sei. Só nos deixamos atingir se estamos vulneráveis. Lição aprendida.

Momentos bons? conto nos dedos. Tão bons quanto efêmeros.

Ainda me resta acreditar nas fases... principalmente no fim delas. Ainda mais essas fases que nos derrubam, tiram nossas energias como se fossem doenças...

Mas como diz Rilke: "É preciso ter paciência como um doente e ter confiança como um convalescente, pois talvez o senhor seja ambas as coisas. Mais ainda: o senhor também é o médico que tem de tratar de si mesmo."




Viagem à Paraty/Trindade




sábado, 30 de março de 2013

Nuvens




No dia triste o meu coração mais triste que o dia... 
Obrigações morais e civis? 
Complexidade de deveres, de consequências? 
Não, nada... 
O dia triste, a pouca vontade para tudo... 
Nada... 
Outros viajam (também viajei), outros estão ao sol 
(Também estive ao sol, ou supus que estive), 
Todos têm razão, ou vida, ou ignorância simétrica, 
Vaidade, alegria e sociabilidade, 
E emigram para voltar, ou para não voltar, 
Em navios que os transportam simplesmente. 
Não sentem o que há de morte em toda a partida, 
De mistério em toda a chegada, 
De horrível em todo o novo... 

Não sentem: por isso são deputados e financeiros, 
Dançam e são empregados no comércio, 
Vão a todos os teatros e conhecem gente... 
Não sentem: para que haveriam de sentir? 
Gado vestido dos currais dos Deuses, 
Deixá-lo passar engrinaldado para o sacrifício 
Sob o sol, alacre, vivo, contente de sentir-se... 
Deixai-o passar, mas ai, vou com ele sem grinalda 
Para o mesmo destino! 
Vou com ele sem o sol que sinto, sem a vida que tenho, 
Vou com ele sem desconhecer... 

No dia triste o meu coração mais triste que o dia... 
No dia triste todos os dias... 
No dia tão triste... 

Álvaro de Campos, in "Poemas" 

terça-feira, 19 de março de 2013

Essa semana, uma aluna da 8ª série me mostrou "O diário de um mago" e perguntou se eu já tinha lido... Sim, li aos 16 anos quando estava me despertando para uma dimensão espiritual. Era fã justamente por produzir esse interesse místico.  
Comentando com alguém, senti o tom de surpresa... 'Como gostar de Paulo Coelho, aquele mago de araque?' Ok, confesso que se pegasse hoje pra ler, provavelmente não gostaria. Mas Naqueeela época, naquela fase de desenvolvimento, foi legal.
Só não consigo entender esse ódio coletivo anti-Paulo Coelho, aliás, tenho um receio absurdo das opiniões coletivas. Tudo é uma questão de perspectiva, do que se procura, da onde se está, além do que eu não consigo ver prejuízo nesse tipo de leitura. Ele fala muita bobagem? quem não fala... mas quanto à leitura, defendo mesmo. Leio Nietzsche e Schopenhauer, leio Mia Couto e leio Chico Bento. E quer saber? é uma delícia não tem q me preocupar com a opinião dos pseudo-cultos. 

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Musiquinha boa da semana:









segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

"Somos criaturas passageiras, seres em transformação, meras possibilidades. Não somos perfeitos. Não somos completos. Sempre porém que passamos da potência ao ato, das possibilidades à realização, compartilhamos do verdadeiro Ser, tornamo-nos um grau mais próximo do perfeito e do divino. Isso é realizar-se."  Hermann Hesse

Lendo esse texto, sou transportada a alguns anos atrás quando nesse blog, eu falava de desejos e possibilidades. Realmente é mágico quando levamos a sério nossas pequenas loucuras e decidimos torná-las realidade. E isso é o que eu tenho feito nos últimos 3 anos. Pensei, quis, fui atrás. E tudo foi mudando... Me sinto orgulhosa de ter deixado pra trás a passividade e de ter abandonado o costume de fazer o q esperam q a gente faça, ser o q esperam q a gente seja... nisso aprendi a ser livre.





quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Quando tudo muda de lugar


Prefiro nem pensar em quantos anos passei com as mesmas velhas ideias, gostando apenas das velhas músicas e me acostumando com os velhos problemas. Anáforas à parte, eu nem percebia que é esse comodismo anímico que nos tira o brilho de sermos únicos. Nos acostumamos a seguir o fluxo da "normalidade" e moralidade da sociedade hipócrita, sem grandes questionamentos. Até que...
De repente, uma inquietação. E se mudarmos um pouquinho? E se dermos asas àquela vontadezinha maluca de fazer o que realmente temos vontade? Mas não. "Melhor deixar tudo como está, vai que piora ou vai lá saber o que vão pensar de mim." Sim, sempre as mesmas preocupações medíocres.
Passei por uns momentos assim e é difícil sair do senso comum e decidir fazer diferente. Á custa de altas doses de coragem, hoje me sinto orgulhosa de ter me arriscado, vivido e crescido. Mudei de profissão, de religião, de modo de pensar e meu mundo se ampliou. Apego agora só ao que me faz feliz, o que não faz vai ter que mudar. 

*****
Sempre q penso em abandonar o blog, venho aqui e me surpreendo com a alta estatística de visitantes... mesmo que quase nunca comentam. Obrigada pela visita, querido anônimo!





sábado, 30 de junho de 2012

Você conhece o Pinterest?

Provavelmente você já ouviu falar do Pinterest. Quando conheci essa rede pensei: que graça tem? só compartilhar imagens? já não bastam o Facebook, Flickr, Tumblr e tantos outros?
Mas aos poucos fui entendendo e pronto, viciei. Sabe aquelas imagens que você mais gosta de decoração? ou aquelas coisinhas fofas que você salva no hd porque jura que vai fazer igual? Pois o Pinterest é o site ideal pra salvar e compartilhar suas imagens preferidas da internet (automaticamente a fonte é disponibilizada) ou mesmo enviadas do seu próprio computador, como se fossem pastas de recortes que você pode organizar sobre os assuntos que quiser. Super prático.

Aqui estão algumas das imagens que compartilho no meu Pinterest:

Ideias de decoração nunca são demais

Futuros projetos DIY



Looks para se inspirar


Fotografias incríveis

Lugares que a gente sonha em ir...



Ou seja, vale a pena entrar no Pinterest!



sábado, 9 de junho de 2012

Desapego


Você já viajou para o oeste enquanto o sol está nascendo? Mesmo tendo uma estrada inteira pela frente, a paisagem lá atrás é irresistível...  É assim que me sinto. Sempre olhando pra trás, mesmo sabendo que em algum momento, em algum  ponto, onde estou também vai ser um dia claro, ensolarado.
Quando tirei essa foto, estava fazendo uma viagem incrível, deixando algumas histórias pra trás, porém não conseguia deixar de pensar nelas.
E o pior é que continuo perdendo tempo demais olhado para o retrovisor... Mas como a poesia diz, "pelo retrovisor enxergamos tudo ao contrário... e na verdade nada muda ... retrovisor mostra meus olhos com lembranças mal resolvidas."
Cansei. Quero aprender a olhar pra frente!




sexta-feira, 20 de abril de 2012

Cantinhos

Não tem aqueles cantinhos da nossa casa que a gente mais gosta? Na minha casa esses são os meus preferidos, fico uma fera quando alguém mexe... rs

Essa é uma mesa de luz que ganhei de uma artista que estava desativando o ateliê... nem sei o que fazer com ela, mas adoooro...
(aquela escultura ali à esquerda fui eu que fiz... morro de ciúme! hehe)

Pra quem gosta de artesanato vai reconhecer essa xícara com os lápis... lembra do Ateliê na Tv? Da época em que eu não perdia uma Megartesanal...  Outra coisa q amo é minha máquina de escrever que ganhei do meu pai quando eu era criança... 

Sim! Esse é aqule relógio de garrafa derretida q veio de Curitiba... e q nunca funcionou! rs


Esse baú era de um aspirador de pó muito antigo... dei uma reformada nele e agora guardo os albuns de fotos da família. Minha pirâmide de São Tomé das Letras e minhas formiguinhas de Tiradentes são meu xodó...

Mais formigas...


quinta-feira, 1 de março de 2012

O caos

Sabe quando a vida dá um nó? De repente a vida se torna um caos. Sentimentos, objetivos, crenças... tudo fica confuso demais! E o tempo não pára, decisões precisam ser tomadas e riscos assumidos. Mas a vida é assim mesmo, te empurra pra mudanças que foram proteladas por anos.
Mas não podemos esquecer que a origem vem do Caos... mesmo que venha ainda as trevas, as sombras... logo vem o Eros - o amor universal - pra unir, dar novo sentido.
Enquanto isso não acontece, a música, a poesia, os prazeres dos sentidos nos alimenta a cada dia...



terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Desafio literário: Gastronomia

Resolvi participar do desafio, porém "informalmente"  É.  Porque esse negócio de ter q fazer resenha pra comprovar a leitura, pra mim é um saco... Mas vou falar superficialmente dos livros que li.
Em Janeiro o tema foi Gastronomia. Pelas férias + preguiça, escolhi um livro pequeno e barato pra começar... O Clube do Anjos - Gula do Luis Fernando Veríssimo.
 No início, achei q a história interessante: um grupo de 10 homens que durante 10 anos se reuniram para jantarem juntos uma vez por mês, celebrando os prazeres da gastronomia. Mas, depois da chegada de um chef, a cada jantar ocorre uma morte. Aos poucos fui achando muito previsível e com o texto sem muitos diálogos se tornou entediante... Mesmo assim, valeu a pena o tom cômico dado à história.


O livro seguinte, foi um grande achado na promoção numa livraria em Curitiba. Nem criei expectativas pelo preço: 10 pilas! Pensei: deve ser ruim demais pelo preço! Mesmo assim comprei: Escola de Sabores - Erica Bauermeister

Pra minha surpresa, esse livro é perfeito. Ele não apenas conta de forma delicada a histórias de 8 pessoas que decidem fazer um curso de gastronima... ele te transporta, desperta emoções e lembranças, te faz ver cores e sentir cheiros a cada parágrafo. Um livro para pessoas sensíveis que inspira a ir pra cozinha não pensando apenas num preparo mais especial das refeições, mas em fazer dessas refeições momentos especiais. (Nossa, soou piegas, eu sei!)

De tão inspirada com o tema gastronomia, resolvi arriscar num outro livro. Pesquisei algumas resenhas e resolvi comprar o "Amei, perdi e fiz espaguetti".
Pensei: mulher desiludida que mistura num livro suas decepções amorosas com receitas de cada situação, deve ser ironicamente divertido. Affff... Ainda não acredito q paguei 40 reaizinhos nesse livro. Pra quem gosta chick lit, vá em frente. Inclusive na capa do livro, vem escrito: "Sex and the city com receitas". Se eu tivesse prestado atenção nisso nem comprava. Massss, tem receitas né. Nem tudo está perdido.

Depois de ler tanto sobre gastronomia, parti para os blogs pra manter a inspiração...  Um que me chamou muito a atenção foi o Rango TRU, que embora o subtítulo seja "Culinária pra macho", achei bem amigável pra uma mulherzinha um tanto fresca como eu... kkkkkk
O site apresenta receitas simples de uma forma adorável, como por ex, os ítens "Ferramentas" (Utensílios necessários) e "Pra fazer ouvindo..." Perfeito!
Aliás, eu sou uma que sempre que vou pra cozinha, tenho que escolher antes a "trilha sonora" de acordo com a receita e com o meu estado de espírito... Assim, mais inspiração = mais capricho = melhores resultados.

Ufa!!! Esse desafio de janeiro rendeu, hein!

sábado, 14 de janeiro de 2012

Paraná

Comecei muito bem o ano indo ao Paraná para visitar a família em Ibiporã. Nada melhor do que admirar paisagens, provar frutos direto da árvore, ver o tempo passar mais devagar...




Depois fui para Curitiba, cidade que eu sempre quis conhecer. No primeiro dia, eu quis dar um rolê de "jardineira" pra conhecer a cidade e decidir onde eu iria com mais tempo nos outros dias. A "jardineira" é ônibus circular, que pagando R$25,00, você tem direito a parar em 4 pontos turísticos... Uma maravilha! a menos que comece a chover como foi o meu caso, no segundo dia! rs O ônibus não tinha a cobertura móvel, todo mundo ficou desesperado pra descer mas não cabia mais ninguém no andar de baixo... um caos. Mas preferi levar na esportiva e curtir o banho de chuva... rs


Minha prioridade foi ir na Amorc. Desde os meus 16 anos, quando me tornei rosacruz, sonhava em conhecer a estrutura da ordem. Lá tem até um Museu Egípcio onde se encontra a Tothmea, uma autêntica múmia egípcia de aproximadamente 2500 anos! O museu é pequeno mas contém um rico acervo, com réplicas das peças que se encontram nos maiores museus do mundo. Um oásis para quem curte história, misticismo e arte egípcia.



Os parques de Curitiba são os principais atrativos turísticos e não é pra menos. Meus preferidos foram o Parque Tanguá e o Jardim Botânico. Nesse último, não resisti e voltei num fim de tarde pra relaxar e ler um ótimo livro que comprei na Feira do Largo da Ordem.








Sobre a "feirinha" do Largo da Ordem que acontece aos domingos, imaginei que era pequena, mas não é. Tem muito artesanato, antiguidades, livros, bijuterias... Mas o que eu gostei mesmo e nunca tinha visto, foram essas garrafas derretidas e transformadas em relógios com rótulos de bebidas... claro que eu trouxe a minha Heineken pra casa!




Uma dica para quem estiver na feirinha, é ir ao Memorial de Curitiba, um espaço cultural que quase que passou despercebido, mas vale muito a pena. O MON - Museu Oscar Niemeyer é tão bom, que merece um post à parte. Enfim, Curitiba é uma cidade linda, vale a pena conhecer.


Depois eu descer para o litoral no trem turístico para ir à Ilha do Mel, mas o tempo não ajudou. Fica para uma próxima vez.